Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Dois dias depois de policiais civis e militares e bombeiros decretarem greve no Rio de Janeiro, a normalidade predomina no estado, de acordo com o porta-voz da PM, capitão Ivan Blaz. Ontem tivemos o bloco do Cordão do Bola Preta [bloco tradicional de carnaval de rua da capital fluminense] com tranquilidade. Hoje tem uma grande programação de blocos, disse. O carnaval está garantido e o campeonato carioca em curso está tranquilo, ressaltou.
Algumas áreas atuaram com efetivo próprio, outras receberam apoio. Estamos reforçando o patrulhamento na zona norte, no centro e na zona sul, com homens do Bope [Batalhão de Operações Especiais] e do Batalhão de Choque, disse.
O capitão reafirmou que o movimento grevista teve reflexos maiores apenas no interior do estado, em cidades como Campos, Itaperuna e Volta Redonda. Policiais do Bope foram enviados, ontem (10), para reforçar a segurança. O porta-voz garante que a situação nesses municípios está normalizada.
Itaperuna e Volta Redonda são os dois municípios onde tivemos pontos sensíveis da paralisação. Lá [os batalhões da PM] estão trabalhando com cerca de 60% dos efetivos das unidades. Se tivesse 90% de adesão, como alega o movimento grevista, não teria condições de trabalho e a gente acionaria as Forças Armadas, garantiu o capitão.
Na capital fluminense, as delegacias continuam com efetivos reduzidos, prestando apenas serviços considerados de emergência, como autos de prisão em flagrante e remoção de cadáveres.
Na zona sul, moradores dizem não perceber o movimento de paralisação dos profissionais de segurança pública. Eu vi policiais nas ruas normalmente. Pode ser que, como ontem tiveram prisões de alguns, hoje está normalizado. Mas a sensação não é de medo, é de vida normal, disse Joana Andreiolo, administradora e moradora do Leblon, zona sul da capital.
Edição: Talita Cavalcante
AMINADAB 24 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Na verdade os "ALQUIMISTAS" que mentem há anos para os PMs e para os militares desavidados; Não querem de fato resolver a questão, o Jair Bolsonaro é um deles, em 1995 eu entreguei a Bolsonaro um rascunho dizendo como RESOLVER a questão! A realidade se encontra nas OMISSÕES CRIMINOSAS dos CONSTITUINTES e dos PSEUDOS CONSTITUCIONALISTAS que RECEPCIONARAM as LEIS ULTRAPASSADAS DA DITADURA com objetivo puro e simples de MANTER OS MILTARES na condição de ESCRAVOS DO ESTADO, ESSA É A VERDADE REAL!
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